Resgatar passados. Registrar trajetórias. Escutar relatos diferentes de um mesmo enredo. Recorrer às lembranças. Assim como a história aprendida em sala de aula precisou ser registrada para ser conhecida, as histórias de vida também precisam.
Pensando nisso, Cleonice Santos e Flávia Bandeira, diretoras da Opinião Formada, conceberam o projeto “Livro de Memórias” como um serviço diferenciado oferecido pela empresa. Documento que é resultado da reconstrução de uma trajetória de vida, na tentativa de se registrar uma história que se ampara nas relações entre jornalismo e memória. Resgate de memória de algo que está na cabeça nas pessoas: puro conhecimento, recordação. Informações passadas de pais para filhos, avôs para netos, geração para geração.
Um livro para ser lido, conhecido, compartilhado, guardado. Uma receita da vovó, um caso do tio mais velho, uma piada de um amigo íntimo: arquivos de família em uma obra que narra uma história para ser amada, para despertar emoções, para prestar homenagens, para tornar viva a presença de quem não está mais presente.
Na produção de uma narrativa, várias informações, fotos, documentos e materiais que compõem a vida do personagem são buscados com um trabalho de apuração. A reunião desses dados formam a base para a redação dos textos que darão origem ao Livro de Memórias, de uma pessoa, especificamente, de um casal ou de uma família. Com isso, busca-se resgatar o significado da “família” e o sentido de continuidade do tempo, de identificação com antepassados, fazendo com que a experiência do presente se inspire na vida de outros.
O Livro de Memórias aplica-se também ao âmbito empresarial, no intuito de registrar e traçar o histórico de uma organização.